Category: Opinião


Você é um Líder?

Por Mauricio Rebellato

Essa semana escutei de uma professora da faculdade: “Um grupo não vai pra frente sem alguém que lidere, organize”. A sociedade organiza-se assim, temos lideranças políticas, religiosas, educacionais, de bairro, do time de futebol, do trabalho de escola, enfim, somos rodeados de “líderes”.

Um líder exerce importante função no exercício de determinada atividade, porém este, antes de liderar outras pessoas deve saber lidar consigo mesmo. A partir do momento em que esta pessoa tem autocontrole, é decidida e não é arrogante, poderá assumir uma liderança.

Às vezes é difícil encontrar bons líderes. É fácil percebê-los, são aqueles que centralizam o poder de organizar, mas que descentralizam as atividades e que sabem respeitar o limite de cada envolvido no trabalho. Porém, o bom líder que age com humildade e sobriedade, esse sim é escasso. A frase de minha professora é uma grande verdade. Sempre presenciei isto principalmente na escola, onde desde as séries iniciais, começam a se formar líderes. Aos professores atribuo grande importância nesta fase de reconhecê-los e orientá-los.

Se não percebido e educado tem grandes chances de se tornar prepotente. E aí cito uma frase de um famoso teólogo, Pe. Agenor Girardi: “Ter humildade é ter a coragem de descer à própria sombra. Em vez de engrandecer-se, o humilde deve descer de seu trono e de sua prepotência e reconhecer que é feito de barro.”

Que cada um possa e se disponha a exercer funções na comunidade, a criar e liderar grupos, a tomar iniciativas. Quantas lideranças podem estar escondidas, por terem sido sufocadas no momento em que mais necessitavam de ajuda? Contudo que sejas sereno – não agitado e turbulento. Que tenhas sobriedade para não perder o controle, e que use deste dom para bem servir a comunidade e ao próximo.

Por Abel Ellwanger

Quem nunca teve um dia em que pensou nossa como o tempo passa rápido? Dizem que o tempo está passando muito rápido. As crianças crescem voando. A semana passa e ninguém sente. Quando se vê já é Natal e ninguém viu. Mas eis que fiquei pensando…

Será que é o tempo que está passando rápido por nós, ou somos nós que estamos passando ligeiros por ele? Caso tenhamos tempo para pensarmos bem, o tempo de hoje é igual ao que os nossos antepassados tiveram para viver. A diferença, talvez, resida no fato de que eles não tivessem esta estranha sensação de que a vida passa ligeira como num filme.

Creio que eles simplesmente viviam. Não sei o que foi que mudou a vida e nossa maneira de passar pelo tempo. Pode ter sido o avanço tecnológico ou o aumento da população que nos forçou a viver correndo de modo a evitar a fome e a miséria. Podem ser tantas coisas. E só uma posso dar como certa. Existe uma maneira melhor de viver e ela já foi aplicada e deixada de lado pelo homem com modo de vida ocidental. Este homem, não sabe mais lidar com o tempo, além de tantas outras coisas.

Deixa-o escorrer por entre os dedos desde o momento em que acorda sem despertar até a hora do sono, que tantas vezes nem vem. Colocou em seus palmtops tantas informações, precisa ler tantos livros, realizar tantos projetos, viver tantas vidas. Não consegue mais ouvir o tic tac que indica o tempo passar.

Câncer X Qualidade de Vida

Por Daniela Lisboa

Uma matéria da Revista Galileu deste mês de dezembro me chamou atenção. Intitulada como Câncer Moderno, ela mostra um estudo da Universidade de Manchester, na Inglaterra, no qual aponta que a doença pode ter surgido com o nosso estilo de vida atual.

Trabalho, estudos, família e vida pessoal, para a maioria das pessoas as horas do dia deveriam ultrapassar 24 horas. Uma vida sedentária, alimentação industrializada, gordura, tensão, cobrança, metas, poluição e trânsito, assim é a vida de milhares de pessoas todos os dias. Fatores como estes são sugestivos para desenvolvermos uma das doenças mais temidas por todos: o câncer.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer deve ultrapassar as doenças cardíacas como causa de morte da população até final de 2010. Esse estudo da equipe da Universidade de Manchester nos traz dados surpreendentes. Numa pesquisa feita com mil múmias do Egito e da América do Sul, todas com mais de 3 mil anos, foram encontrados apenas quatro casos de tumores benignos. O estudo nos mostra que essa doença pode ter surgido pela forma em que vivemos atualmente e, também, que na natureza não existe nenhum elemento que cause câncer.

Com isso, vale à pena pararmos um pouco e pensarmos como está nossa qualidade de vida. O que andamos comendo, se temos uma alimentação saudável e equilibrada. Pensar qual(is) atividade(s) físicas estamos fazendo para manter corpo e mente em equilíbrio. São algumas medidas simples que podem fazer toda a diferença na saúde. Pois os números estão aí, apenas cerca de 10% dos cânceres são determinados por fatores hereditários. Os outros 90% dos casos são decorrentes de um padrão de vida nada saudável.

Por Isabele Lopes

A pessoa certa. Este é um dos principais objetivos da vida de qualquer pessoa, encontrar o grande amor da sua vida. Essa pessoa existe? Ela é real? Aí é que está! Ela existe sim, é muito real e cheia de defeitos! O problema é que só se percebe isso depois de um tempo, depois que a “apaixonite” passar. E como lidar com as diferenças? Como aceitar que seu namorado ou namorada tem vontade própria? Como ter paciência para entender e aceitar a vontade alheia? Para isso basta entender um pouco os universos masculino e feminino.

Homens e Mulheres: diferentes que se complementam

Quando perguntamos a uma pessoa o que ela espera de um relacionamento a resposta geralmente é a mesma: amor, fidelidade, carinho, companheirismo, compreensão, etc. Bom, mas se as duas pessoas pensam assim e querem a mesma coisa, por que o namoro acabou? Faltou amor? Carinho? Não! Faltou entender que homens e mulheres apesar de quererem a mesma coisa têm pensamentos muito diferentes em relação a amor, sexo, namoro, casamento. Herança essa dos nossos ancestrais, desde os tempos das cavernas onde o homem queria uma mulher saudável com alta capacidade reprodutiva para a perpetuação do DNA ou seja, para ter muitos filhos e deixar sua herança genética — assim também fazem os animais. Já as mulheres daquela época preocupavam-se em encontrar um parceiro que lhes desse proteção, abrigo, comida, que não lhes deixasse faltar nada. Enquanto o homem saia para caçar, a mulher tomava conta da caverna e dos filhos. E assim era até pouco tempo atrás, enquanto o pai trabalhava para garantir o sustento da família, a mãe era “do lar”. Os tempos mudaram, mas ainda temos muita herança genética daquele tempo. Apesar da mulher hoje trabalhar, contribuir para o sustento da família e o homem ajudar nos afazeres da casa e do cuidado com os filhos, os instintos, os pensamentos e ideias continuam os mesmas, pois as programações mentais reagem diferentemente com as situações relacionadas a amor e sexo. Um relacionamento nada mais é que amor e sexo. O resto vem depois.

Para as meninas:
Primeiro de tudo: PACIÊNCIA MULHER!! A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, a criatividade e a ansiedade são coisas que destroem os relacionamentos. Calma antes de tudo, respira fundo e aí vai: dê liberdade ao seu namorado (lógico, saiba dosar essa liberdade). Os homens precisam de um tempo sozinhos nem que seja para pensar em nada, pois eles são criaturas que têm essa façanha de não pensar em nada. Se ele vai jogar futebol, realmente isso vai acontecer e, não se preocupe, ele não tem a nossa capacidade de várias atividades e pensamentos ao mesmo tempo. E depois da “pelada” sempre tem a “loira gelada” — calma só vai ter homens. Eles não gostam do sexo oposto na hora da reuniãozinha pós-futebol. Esses são três fatores que fazem eles perderem a noção do tempo (amigos, futebol e cerveja). Não é que ele prefira ficar com os amigos, ele necessita de momentos como estes. Outra coisa importante é que os homens não sabem mentir. Mentira! Não, verdade. E o pior é que quem os ensina somos nós mulheres. Pense bem. Quando um homem olha para uma mulher a primeira coisa que eles pensam é em sexo. Lembre-se, diferente da mulher, eles diferenciam amor e sexo. Continuando, então quando o casal passa por uma mulher bonita na rua com certeza ele olha e a namorada praticamente o obriga a dizer que ele não estava olhando e, mais ainda, de que ela é muito mais gostosa do que o mulherão que acabou de passar. Uma mulher inteligente deve saber que ela não deve mostrar seus defeitinhos para ele. Então fica proibido reclamar que está gorda, que tem uma espinha gigante no seu rosto e que o seu cabelo não é mais o mesmo de quando vocês se conheceram. Eles nem tem capacidade para perceber isso.

Para os meninos:
Amem suas meninas. Por mais difícil que seja demonstrar o sentimento, pelo menos tente. Preste atenção no que elas dizem, mulher gosta disso, de carinho, de ser ouvida, entendida (pelo menos finja que entende). Quando for seduzido por seus hormônios e não resistir e acabar olhando a mulher que acabou de passar, seja discreto. Aprenda uma coisa. elas não acreditam que os homens conseguem não pensar em nada, então mude a resposta:

Ela: Em que você está pensando amor?
Ele: Em você!

Pronto! Não precisa mais dizer “em nada…” E quando ela começar a dar um “piti” finja que ela está dizendo o quanto a ama. Pois é verdade, quanto mais ela encontra problemas onde não têm, mais ela tem medo de perder.

Depois de entender um pouco mais sobre os universos masculino e feminino, agora encontrar a pessoa certa fica muito mais fácil! E o encanto não termina depois dos seis meses de apaixonite. Saiba compreender as necessidades do seu namorado/namorada, saiba conviver com as diferenças e não viva a vida do outro, viva a sua vida envolvida com a vida da outra pessoa. Ah, e se a pessoa certa demorar para aparecer, lembre-se: você está rodeada(o) de pessoas erradas!

Por Mauren Sauer

“Uma profissão com pouco prestigio, esquecida e desvalorizada. Alunos iludidos e jornalistas sem ética. Uma profissão que pode ser exercida em qualquer boteco”. A mesa abarrotada de trabalho. São folhas brancas, dicionário, um copo sujo de café e bilhetes de reuniões colados na tela do computador. E-mails para mandar e pautas a serem feitas… Desse ângulo não parece ser tão fácil ou, parece?

Esse mundo fantástico prometido pela mídia é “manipulador”, tanto quanto a faculdade diz transformar seres mortais em formadores de opinião. Já tentou opinar fora da linha editorial? Você já deve assim como eu, conhecer alguns que tentaram dar uma de revolucionário “sem causa”. Resultado: entrou na mesma situação de milhares de brasileiros que aumentam a lista de desempregados ou, foi para o concorrente.

“Ser jornalista é o máximo. Dá pra escrever e falar o que se pensa, ter acesso a lugares que os cidadãos normais não tem”- todos já pensaram, isso na infância. Essa historia de que profissional da comunicação com habilitação em Jornalismo pode opinar sobre todos os assuntos só existe no conto de fadas do jornalismo independente – apenas entre nós – mas jornalismo independente é como acreditar que os políticos vão cumprir o que prometem.

Para que serve jornalista? Para informar a massa sobre o que nem ele acredita. O povo ,por sua vez, nos tem como fonte segura e confiável. “Tu viu só o que a RBS, Zero Hora, Correio do povo noticiou hoje?”, afirmam. E no futuro-presente estamos nós, sentados em frente a um computador digitando palavras incomuns para compor uma noticia do cotidiano. Ficamos com os olhos esbugalhados, com dor nas costas, dentes pretos (efeitos do café), resmungões e ganhando uma miséria.

É uma profissão de equilíbrio emocional. Uma questão de redundância diária. Ser jornalista é saber lidar com a escolha do regime capitalista. Noticiar as greves das diversas categorias que se opõe ao salário baixo, dar o maior apoio à manifestação, mas se esquecer que também ganha pouco e não faz nada por isso.

Se o jornalista fosse tão inteligente quanto aparenta ser, já estaria ganhando melhor. Seria uma classe unida que defenderia acima de qualquer motivo a ética na profissão. Se jornalista fosse realmente critico, olharia melhor para o seu próprio eu interior. Se o jornalista fosse ousado, invadiria o Congresso e exigiria que a profissão fosse reconhecida.

Uma carreira que, em pleno século 21, ainda está em estudo no Congresso nacional para ser aprovada como uma ciência que necessita de ensino superior para poder praticar… É ridículo. E como diz um querido colega…reflitam…ou quem sabe um pouco de mel para adoçar a boca? E amenizar o amargo.

Pós-Eleição

Por Ivana Dalmás

Independente de quem levou o meu e o seu voto, as eleições já viraram passado. E a sensação de pós eleição nos traz um pouquinho de esperança pelas mudanças que o país pode sofrer e a espera pela concretização de todas as promessas que foram feitas pelos candidatos eleitos. Agora basta esperar por ela, a mulher que se tornou mais popular no país, chegou a vez de Dilma Rousseff. E espero que ela não ande sumida, como anda nas mídias sociais. Sem dúvida grande parte do resultado das pesquisas foi determinado por essas mídias e a candidata ficou mais de 15 dias sem postar nada no twitter. Os eleitores de Dilma já sentiram sua falta e, não podia ser diferente. Os políticos se aglomeraram atrás de blogs e perfis de twitter para lançar e repercutir promessas e, claro se combaterem por boatos e acusações.

Saí dessas eleições com menos vigor, pois observei pessoas (inteligentes) defendendo indecência e mentiras. Aliás, vi pessoas decentes defendendo a própria mentira. Uma guerra de partidos, onde em um estado um partido de direita era aliado ao de esquerda e em outro estado já mudava o cenário político. Senti nesse eleição uma certa falta de ideologia, eleitores e candidatos sem opinião formada pelo futuro do país. E certamente verei muito pior, como alguns que cometeram crimes contra a constituição retornarem ao poder.

Mas não podemos perder a esperança, não se pode deixar de lutar e almejar por um Brasil melhor, onde não exista corrupção e injustiças. Espero por um país que se desenvolva de outro jeito, com um olhar mais sábio e escolhas mais acertadas. É um novo começo e como todo deve ser bem visto, com confiança e crédito aqueles que irão governar.

Por Bruna Castro

Até a diva Gisele já cambaleou. Me deem um crédito, ok?

Pensei muito antes de começar essa crônica. Ora, por imaginar que minha coluna de estreia aqui no blog deveria abordar alguma catástrofe mundial e minha opinião a tiracolo. Ora, por ficar titubeando e tentar esquecer uma situação chata que me ocorreu há alguns dias e que cogitei retratar aqui. Mas quer saber? Falarei, sim, sobre o malogro dessa criatura que vos fala no exercício de se equilibrar em um cretino salto anabela. Quem nunca pagou um mico na vida que atire a primeira pedra.

O fato é que a cena, que serve de mote para essas lamúrias femininas, realmente, aconteceu. Ou seja, mereço reverência eterna, por mandar o ego às favas e dividir com vocês a narração desse momento, em que desejei ir para a Tanzânia só com passagem de ida. Porém, antes de eu (finalmente) contar como tudo aconteceu, sinto-me obrigada a deixar uma questão no ar: o que fazem vocês mulheres, ao tropeçarem na frente de várias pessoas, sedentas por rirem da cara de alguém desavisado? Reflitam e depois me mandem e-mails de apoio.

Estava eu, deslumbrante e cheia de boas intenções, com minha sandália do demônio, dirigindo-me à sala de aula, até que cheguei ao ponto crítico de toda mulher que está montada no glamour: uma calçada com vãozinhos maliciosos. Não hesitei e segui meu rumo – mal sabia o que me aguardava. Entretanto, bastou um segundo de distração, leia-se loiro atlético com potencial, para eu “virar o pé” e chamar a atenção de grande parte dos transeuntes, que prestigiavam uma apresentação cultural no pátio da universidade. Senti o rosto enrubescer, o orgulho diminuir, a raiva por ser tão pateta aflorar, os insensíveis comentando a minha total falta de intimidade com a plataforma e nem pude olhar para trás. Fiquei, por segundos, mortificada.

Dramalhão mexicano à parte, o fato é que, realmente, é um “angu” passar por um ridículo desses. Mas, refletindo sobre o assunto (eu sempre reflito), me dei conta de que a gente só se importa, se quer. Deixar-se afetar por uma banalidade assim é sintoma de que algo não vai bem, de que a confiança em si mesma deve ser reafirmada. Todas caem. Todas se deparam com pisantes do mal, em algum momento da vida. A diferença está naquilo que se faz depois de levantar e constatar que ainda há vida para ser vivida.

Nas mãos dele…

Por Leandro Lui

“Pior que tá não fica”. Com esse slogan o palhaço Tiririca foi eleito deputado federal. Tiririca (PR-SP) foi o candidato a deputado federal mais votado do Brasil nas eleições 2010. Mas a campanha do deputado não foi só “alegria”. Isso porque MPE denunciou o candidato por analfabetismo.

Na audiência da quinta feira, dia 11 de Novembro de 2010, o deputado eleito redigiu um pequeno ditado. Em seguida, leu o título e um resumo de duas reportagens de jornal. O presidente do Tribunal Regional Eleitoral – TRE considerou que Tiririca cumpriu o que foi pedido.

Pensando no aluvião de votos recebidos pelo candidato, também na já tumultuada vida política, mesmo que nem tenha assumido seu posto na Câmara Federal ainda, fomos às ruas ouvir o que o povo pensa.

Foram ouvidas 50 pessoas de ambos os sexos. A entrevista ocorreu entre os dias 12 e 16 de Novembro. Foram ouvidos munícipes de Santa Bárbara do Sul, Panambi, Ibirubá e Cruz Alta. A pergunta realizada a todos os entrevistados foi a seguinte: Você acredita que o Deputado Federal eleito Tiririca é o retrato fiel da Câmara dos Deputados?

Trinta e três pessoas contra 17 pronunciaram-se contra a ideia de que o Deputado Tiririca seria o retrato da Câmara dos Deputados federais. Entre os que votaram contra esta o universitário Fábio Fernandes que diz: “Acredito que não. A pessoa de Tiririca está mais para o reflexo do povo Brasileiro. Não podemos generalizar a situação da Câmara de Deputados, comparando a todos com o deputado eleito Tiririca.

Por outro lado há quem pense que sim; que o Ilustre deputado eleito Tiririca é sim a cara dos deputados federais, como por exemplo, o universitário Rodrigo Ohlweiler que diz :”… ele é um palhaço e as atitudes decorrentes de vários deputados da Câmera nos últimos anos têm demonstrado um forte traço característico de uma verdadeira palhaçada, é uma vergonha imensa em relação a outros países”.

Considerando os argumentos acima, podemos nos remeter ao ditado popular conhecido nacionalmente: ”a voz do povo é a voz de Deus”, justificando que temos o direito de fazer escolhas, somos livres e plenamente conscientes para assumir nossos erros, criticar, aplaudir, vaiar, ovacionar e também receber aplausos. Se tratando de política é difícil saber se os nossos escolhidos, de fato, serão tudo aquilo que idealizamos, pois o ser humano é por natureza inconstante.

Por Maurício Rebellato

O Natal está chegando e o ano findando. Esta sensação parece cada vez chegar mais cedo a cada ano, diminuindo a nossa relação tempo x espaço. Quantas coisas queríamos ter feito em 2010 e que foram adiadas? Aqueles objetivos que destacamos em nosso pensamento no final de 2009 foram alcançados? Eu lutei para concretizá-los ou simplesmente adiei?

Neste ano muitas coisas aconteceram e sucederam-se rapidamente, como a Copa do Mundo de futebol e as eleições, nas quais dedicamos tempo e que já passaram. Nossos dias movimentados pelo trabalho, estudos, vida afetiva e relações familiares, encurtam o tempo que temos para alcançar nossas metas. “Até parece desculpa, mas não deixa de ser, não é?

Sites, vitrines e revistas começam a trazer fotos ou objetos que nos remetem ao Natal e isso nos traz ainda mais correria. Os finais de semana de dezembro já estão comprometidos para muitos de nós e, apóiam-se basicamente no consumismo. Amigo secreto da empresa, jantar do grupo da canastra, ação social do bairro, presentes para entregar, enfim, as tradicionais programações de dezembro e que empenham também nosso 13º salário.

Mas você já pensou se não houvesse tudo isso? O ser humano vive em sociedade e suas ações são muitas vezes pautadas por ela. Sendo assim constitui-se como sujeito histórico no contexto que está inserido, na cultura que convive com outros seres humanos. A vida com certeza não teria graça ou sentido se vivêssemos isolados em uma ilha. O clima de solidariedade e amor que parece acender com as luzes de natal, contagia, faz-nos sentir melhor. Mesmo que briguemos o ano todo com uma pessoa, o abraço dado nessa época acalma, solidifica relações.

Temos aqui o ônus e o bônus dessas festividades. Mas como quase tudo em nossa vida apresenta dois lados, é importante preparar a porta da nossa casa, para que quando o Papai Noel bater nela, possamos recebê-lo com carinho, amor e alegria – com o verdadeiro espírito natalino.

Por Leandro Lui

Para onde esta correndo, no cavalo de eletricidade, o Grêmio de Renato Gaúcho? Nem o mais fanático dos gremistas poderia acreditar em uma ascensão meteórica como a que o Grêmio vive nesse momento. Existem gremistas que crêem no titulo e não sei se posso chamar de loucos por que não da com Renato para duvidar dos loucos. E a maior recompensa que poderia receber o técnico, esse “mito tricolor” por ter assumido o Grêmio quando este se encontrava tomado por um inevitável sentimento de flagicio.

Renato chegou a Porto Alegre sem saber o que o esperava, e encontrou uma aluvião de problemas no vestiário tricolor e pouco a pouco ele como um mestre colocou a casa em ordem. Que Renato é esse que não tem medo de fazer escolhas? Que pede a contratação dos até então misteriosos e desconhecidos Junior Viçosa e de Diego Clementino e os coloca hoje literalmente nos braços da nação tricolor. Somou-se a eles Gabriel, que depois de Arce é o melhor lateral direito que já passou pelo Olímpico.

Renato e o distintivo do Grêmio têm uma osmose toda especial que os liga. Renato devolveu a alegria ao torcedor gremista, deu um padrão tático ao time e candidata-se sim ao titulo brasileiro. Eu não duvido!  E pergunto aos críticos desta coluna que inundavam minha caixa de email pedindo a saída do Douglas, Jonas, Andre Lima e companhia o que estes mesmos têm a falar agora?

Que Renato é esse? Que esteve juntos aos “anjos” quando levou o Fluminense a final da libertadores da America e que visitou o “diabo” quando perdeu a mesma e foi “escorraçado” das laranjeiras. Passou por uma reciclagem no Bahia durante a disputa da segunda divisão e hoje volta a ser objeto de desejo dos grandes clubes brasileiros.

Seja qual for à posição do Grêmio ao final do brasileiro eu imploro. – Paulo Odone, meu glorioso presidente, pague o que o Renato pedir, mas não deixa ele ir embora!