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Pós-Eleição

Por Ivana Dalmás

Independente de quem levou o meu e o seu voto, as eleições já viraram passado. E a sensação de pós eleição nos traz um pouquinho de esperança pelas mudanças que o país pode sofrer e a espera pela concretização de todas as promessas que foram feitas pelos candidatos eleitos. Agora basta esperar por ela, a mulher que se tornou mais popular no país, chegou a vez de Dilma Rousseff. E espero que ela não ande sumida, como anda nas mídias sociais. Sem dúvida grande parte do resultado das pesquisas foi determinado por essas mídias e a candidata ficou mais de 15 dias sem postar nada no twitter. Os eleitores de Dilma já sentiram sua falta e, não podia ser diferente. Os políticos se aglomeraram atrás de blogs e perfis de twitter para lançar e repercutir promessas e, claro se combaterem por boatos e acusações.

Saí dessas eleições com menos vigor, pois observei pessoas (inteligentes) defendendo indecência e mentiras. Aliás, vi pessoas decentes defendendo a própria mentira. Uma guerra de partidos, onde em um estado um partido de direita era aliado ao de esquerda e em outro estado já mudava o cenário político. Senti nesse eleição uma certa falta de ideologia, eleitores e candidatos sem opinião formada pelo futuro do país. E certamente verei muito pior, como alguns que cometeram crimes contra a constituição retornarem ao poder.

Mas não podemos perder a esperança, não se pode deixar de lutar e almejar por um Brasil melhor, onde não exista corrupção e injustiças. Espero por um país que se desenvolva de outro jeito, com um olhar mais sábio e escolhas mais acertadas. É um novo começo e como todo deve ser bem visto, com confiança e crédito aqueles que irão governar.

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– Estudo aponta papel decisivo da rede na passagem da maturidade –

Por Bruna Castro

A Internet, definitivamente, chegou para ficar na vida dos jovens brasileiros. Um recente estudo desenvolvido pelo Portal Educacional revelou dados interessantes a respeito: 99% dos entrevistados, entre 13 e 17 anos, têm computador em casa e 55% destes conectam-se diariamente. Diante desta realidade, o projeto “Este jovem brasileiro”, que está na 6ª edição, buscou compreender o comportamento da juventude e refletir sobre assuntos cruciais à vida dos jovens.

Para isso, eles responderam, anonimamente, um questionário on-line referente a hábitos de uso da Web. Segundo o idealizador da pesquisa, o renomado psiquiatra Jairo Bauer, em entrevista ao jornal Correio do Povo, a rede exige uma série de cuidados e limites que não estão muito claros nem para os próprios jovens. Entretanto, para ele, não é o caso de controlar a vida dos jovens frente ao computador, mas sim de mostrar os riscos que existem.

A opinião do médico é partilhada pela pedagoga Michele da Rocha, que considera fundamental que os próprios jovens aprendam a criar filtros e a lidar com as diversas situações vividas na Internet de forma segura e responsável: “Trata-se de uma linha tênue, que separa atitudes maduras de fatores que possam comprometer a vivência dos adolescentes”, explica.

Jovens pautam suas vidas pelos acontecimentos da Web

A estudante Daniele Macuglia, de 15 anos, considera muito válida a iniciativa de pesquisar os hábitos virtuais dos jovens, principalmente, pois, “a partir disso, é possível encontrar uma harmonia até mesmo com os pais dentro de casa”. O projeto, realizado anualmente, trata de temas como família, valores, sexualidade e álcool – inerentes à passagem da maturidade – e ouviu, nessa edição, 10,5 mil alunos, de 75 escolas particulares de todo o país.

ALGUNS DADOS INTERESSANTES
Entre os participantes, 50% têm computador no quarto, 40% utilizam a Internet de duas a quatro horas por dia durante a semana; e 15% ficam conectados mais de oito horas.
20% dos pesquisados avaliam que usam a Internet acima do normal ou se acham dependentes.
17% enfrentam conflitos com os pais por causa do excesso de uso.
60% já usaram a Web como forma de conhecer pessoas; e 27% usaram as redes sociais para isso.
38% já fizeram, na Internet, amigos que trouxeram para a vida real; e 25% já “ficaram” com pessoas conhecidas por meio da rede.
7% dos pesquisados colocaram fotos ou filmes ousados na rede.